Tomar, como o país, também já teve uma identidade. Portugal, foi um país de extrema grandiosidade, temido por muitas nações, isto há uns bons séculos atrás. Tomar esteve igualmente em grande, tendo a sua própria identidade num tempo longínquo.
Portugal na sua generalidade estagnou, assim como muitos dos seus concelhos, onde Tomar se inclui. Os portugueses habituaram-se ao “deixa andar” assim como os tomarenses, fazendo com que sejamos aquilo que somos hoje. Um país esquecido num pequeno canto da Europa e uma cidade escondida e despercebida algures no centro de Portugal.
É necessário que os portugueses criem uma identidade própria que os caracterize de modo a que nos tornemos únicos em algo na Europa e no mundo, sem sermos tratados como uns “coitadinhos”, vivendo de fundos comunitários. É fundamental que Portugal se torne num país sustentável, pois tem condições para tal, basta o Governo querer e encontrar as medidas certas, basta todas as entidades e todo o Povo rumar nesse sentido. Tomar está nas mesmas condições, parece padecer de uma doença contagiosa e intemporal.

Tomar, como Portugal deve agir por si, estar atento ao que se faz de bom noutros concelhos ou noutros países e adoptar algumas iniciativas, mas ao mesmo tempo deve ser único, criar a tal identidade única e característica. Assim como a população deve agir por si, dentro da ética e da moral, ser cada um diferente do outro, não querer o que outro quer, não fazer o que o outro faz, não dizer o que o outro diz. Os portugueses têm esse defeito, que é o de pensarem ser discriminados pelo grupo ou meio a que pertencem por serem diferentes ou agirem de forma desigual. Não é correcto esta atitude, pois cada um de nós tem a sua própria identidade, cada um de nós tem a sua característica única e é essa diferença a esperança do nosso futuro.
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