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quinta-feira, 22 de março de 2012

Exposição de Aquarelas

Destaque na revista "Ilustração Portugueza" para a Exposição de Aquarelas de Alberto Sousa, onde se pode deslumbrar a Rua Direita (Tomar) e o Castelo visto do Nabão.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Estrada de Paialvo

No início de 1923, a revista Ilustração Portuguesa, publica a imagem do Castelo dos Templários visto da Estrada de Paialvo na capa.


terça-feira, 20 de março de 2012

Em Tomar

Estávamos em 1922. A revista Ilustração Portuguesa referenciava os espectáculos oferecidos pelos alunos da Escola Primária Superior da cidade.
A representação escrita pelos distintos professores José BraK-Lamy, autor da peça, e Miguel Rebelo, autor da música, foi um um sucesso. O ensaiador, Capitão Jesus, foi ovacionado pelos aplausos, assim como todos os participantes.



segunda-feira, 19 de março de 2012

Paisagens de Tomar - 1921 (II)

Banhados os seus terrenos por um rio que apesar do seu curto percurso, apresenta em todas as estações do ano notável caudal, não tem inveja, ainda no rigor da acção, às mais verdejantes do Minho.
Do Prado à Marianaia, os rodos levantam dia e noite a água que vai fertilizar os hortos marginais. Do Prado ao Agroal e de Marianaia à Foz, a paisagem, embora de outro género, não é menos soberba.
Da beleza dos assuntos falam bem as fotografias que apresentamos. A transparência das águas, a variedade infinita dos verdes ou vegetação, a cromática sempre variada dos poentes, nem sequer tentarei descrevê-los.
Mas não é só nas margens do Nabão que a paisagem é merecedora da atenção dos artistas. Contemple-se com o por do sol junto à vetusta Igreja de Santa Maria do Olival, quando os rodos arrastam a sua interminável melopea.; faça-se o passeio dos Pegões Altos; admirem-se os mágicos efeitos das heras e trepadeiras coleando nos brincados ornatos da casa do Capítulo incompleta; e termine-se por admirar a soberba vista, da janela do Castelo, da várzea que se estende da Granja a S. Lourenço. Afiançamos aos nossos leitores, que sejam artistas, quer simples turistas, que conservarão de tantas belezas naturais, aliadas a tantos primores artísticos, à mais perdurável e grata recordação."
Por Garcez Teixeira in Ilustração Portugueza 1921


Paisagens de Tomar - 1921 (I)

Pequenina como é, a cidade de Tomar não deve deixar de ser considerada sempre sob os três aspectos: monumental, pitoresco e industrial. Já falámos ligeiramente dos seus monumentos. Falaremos hoje da sua paisagem, ou antes, falarão dela as belas fotografias do distinto amador Sr. J. Brak Lamy, tanto como uma fotografia pode fazê-lo. (...)" Continua...
In: Revista "Ilustração Portugueza"



Os novos deputados

A Ilustração Portugueza, edição de Setembro de 1921, dá a conhecer os novos deputados, onde entre eles, se encontram dois de Tomar. São eles João Ribeiro Cardoso e Alberto David Branquinho.

sábado, 17 de março de 2012

Convento de Cristo - 1920

Numa das edições da revista "Ilustração Portuguesa" de 1920, encontra-se em grande destaque o convento de Cristo.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Cidades de Portugal - Tomar 1920 (V)

(...)
Sobressai aqui o tecto dos corredores, de madeira de bordo, e em forma de berço e a capela do Sr. da Paciência, que constitui o ramo superior da cruz e é uma perfeita jóia da mais pura renascença. O friso superior e as pilastras dos cunhais são obras de primoroso desenho e execução. Não tinha o convento água, senão a das cisternas, que são muitas e de grande capacidade, mas muita mais precisava, começando-se a abastecê-lo devidamente desde o levantador dele, D. João III, mas só no reinado dos Filipes é que se tornou possível realizar tão dispendiosa e majestosa obra. não deve o visitante deixar de ver o aqueduto que trás água para o convento e que, no sítio denominado "Pegões Altos", apresenta uma dupla arcaria sobreposta, que se recomenda pela excelência do desenho e da construção, sendo também bastante notável pela altura e pelo pitoresco local.
Por esta rápida resenha que constitui apenas um simples roteiro do visitante ao percorrer tão grandioso e patriótico monumento que serve agora de explicador à bela colecção de fotografias que a acompanha, devida a um dos mais inteligentes colaboradores da "Ilustração" se pode avaliar quanto é merecida uma visita circunstanciada à cidade de Tomar que infelizmente não é conhecida por muitos dos portugueses. O arqueólogo, o historiador, o arquitecto, o pintor e o fotógrafo, têm ali assunto inesgotável e em grande parte inédito para os seus estudos e para os seus trabalhos. - ("Clichés" do Sr. J. Francisco Júnior)


In: Ilustração Portuguesa

quinta-feira, 15 de março de 2012

Cidades de Portugal - Tomar 1920 (IV)

(...) 
Na sala do refeitório, ampla sala abobadada, com dois magníficos  pulpitos, acha-se em organização um museu regional, já bastante rico na parte arqueológica. A colecção de estelas sepulcrais é das mais completas dos nossos museus. As passagens do claustro de D. João III para o refeitório, casa do Capítulo e primitiva portaria, são trabalhos de escultura da mais bela concepção. Ali se vêm, como valiosa documentação histórica, os bustos de d. João III, de D. Catarina e de D. António de Lisboa, reformador da Ordem de Cristo no tempo daquele rei.
Uma fonte monumental completa a grandiosidade da fábrica.
O claustro de Santa Bárbara compreende a face poente do coro e é portanto da sua galeria superior que se vê melhor a surpreendente janela do mesmo coro, sem dúvida o mais completo exemplar do estilo manuelino que tanto entusiasmo produz a quem o contempla.
Ramalho Ortigão, descrevendo-a, fez uma bela página e não seremos nós que vamos descrever o que o lápis do insigne Castilho delineou. Pode a fotografia dar-nos a exactidão de desenho, mas nem ao menos essa nos pode dar a impressão que se sente ao contemplar aquela obra prima dum grande génio. Veja-a todo o português que ama a sua pátria.
Do claustro de Santa Bárbara passa-se ao da Hospedaria e ao a Mixa, obras também de João de Castilho.
Nas suas elegantes construções e várias ornamentações deixou o grande arquitecto soberbos vestígios do seu luminoso talento. 
Davam estes claustros, como os das "Sentinas" serventia às varias dependências do grande convento que foi um dos maiores de Portugal em área e riqueza.
Do claustro da Mixa sobe-se um portão para o exterior do convento que tem a qui a sua fachada norte e onde se abre o Portão Real que era a portaria do edifício e que conduzia por uma ampla escadaria à Sala dos Reis e corredores do "Cruzeiro".
Esta entrada do Convento, já de construção filipina, está longe de corresponder à majestade de tamanha fábrica.
Os corredores do "Cruzeiro", dão serventia a numerosas celas, de um e de outro lado, constituindo o vasto dormitório do convento, obra de D. João III que tanto o honra.
(...)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Cidades de Portugal - Tomar 1920 (III)

"(...)
Infelizmente a decadência da Ordem de Cristo nos últimos tempos, as invasões dos franceses e as degradações dos portugueses, principalmente, depois de 1834, vieram desmantelar aquele original conjunto de arte românica e do início do renascimento.
Todos os quadros móveis vieram a desaparecer e dos fixos apenas ali existem 4, belas obras do nosso florescentíssimo século XVI que estão ainda imperfeitamente estudados para que possa determinar o autor. Agora, pelos estudos promovidos pela "União dos Amigos dos Mestres da Ordem de Cristo" e com boa vontade das estações superiores, foram encontrados mais três desses quadros e restos de outros 4, sendo estes últimos bem como duas das 7 estátuas dos projectos, que faltam, levados para Tomar a fim de serem repostos nos seus respectivos lugares.
Vê-se que por ali passou a mão sacrilega do homem, que sabe destruir aquilo que não pode subtrair. Talvez fosse, por se achar tão alto, que escapou um famoso tubo do órgão, única peça que deste resta, talvez única do seu género. É de madeira e tem 32 pés, ou sejam uns 10,5m e uns 0,80 de diâmetro!
Nesta parte da igreja se acham as sepulturas de D. Lopo Dias de Sousa e de D. António de Lisboa.
Fazendo contraste com o brilhantismo das pinturas e dos dourados da "Charola" está o coro da igreja à esquerda da entrada.
Absolutamente nua do cadeiral de Olivier de Gaud e de Munoz e dos órgãos hoje apenas nos apresenta, para enlevo dos olhos, o belo tecto manuelino, que se ergue sobre esplêndidas misulas. Quatro grandes janelas dão luz a esta parte da igreja duplamente com seu espelho na face poente.
Da "Charola" passa-se ao Claustro do Cemitério construído por D. Henrique, o Navegador, no mais estilo gótico, assim como o que está ao pé, o da Lavagem.
Sobre o Claustro do Cemitério abrem-se a capela dos Portocarreiros e a Sacristia, bela peça de construção filipina, hoje vandalicamente destruída de toda a sua ornamentação e mobiliário.
Daí, passando pelo coro da igreja, entramos no claustro clássico da mais pura arte, mandado levantar por D. João III no local de outro feito por João de Castilho. O actual, apesar de muito danificado devido à má qualidade do material e à maldade humana, é talvez a obra prima de Diogo de Torralva. Do pavimento superior deste claustro, passa-se para o baixo coro, hoje impropriamente denominado casa do capítulo, por uma primorosa janela da fachada sul, transformada em porta, e cujo belo peitoral foi agora posto a descoberto.
Do pavimento inferior passa-se para o refeitório e para o claustro de Santa Bárbara. (...)"


Janela da Casa do Capítulo - 1919

Natal de 1919. A revista Ilustração Portugueza publica alguns poemas de artistas reconhecidos em monumentos importantes.

Eis a Janela da Casa do Capítulo com um poema de António Correia de Oliveira:

terça-feira, 13 de março de 2012

Cidades de Portugal - Tomar 1920 (II)

Voltando à cidade e indo pela Avenida Moegos de Tomar, entramos nos lindos jardins, à beira Nabão, da Várzea Pequena, de onde vemos a oitavada Capela de S. Gregório e o Santuário da Senhora da Piedade padroeira de Tomar e de onde se desfruta um lindo panorama.
Quer subamos pela Calçada ou pela Avenida Dr. Vieira Guimarães, paremos, antes de entrar no grandioso Mosteiro de Cristo, diante da Capela de N.Sª da Conceição, em forma de basílica, uma verdadeira jóia arquitectónica do mais puro estilo Renascença.
Agora acabamos estes fugitivos traços sobre cidade tão rica em arte e história, por onde geralmente o visitante começa, - pelo Castelo de Gualdim Pais e pelo Convento de Cristo.
Não vamos fazer uma ampla descrição deste tão notável monumento; isso levaria vinte volumes de prosa e de gravuras, tal é a arte, a grandeza e a imponência da sua fábrica!!
Tracemos somente uma rápida resenha. Entrando pela porta de S. Tiago, no terreiro onde se realizaram as cortes que aclamaram D. Filipe I, temos à direita o recinto da Alçana do castelo, com a sua alta torre de menagem na qual o infante D. Henrique mandou construir os "Paços", que depois foram transformados nos faustosos "Paços" de D. Catarina, enquanto regia o reino na menoridade de D. Sebastião. Da varanda que olha a nascente, gosa-se um lindíssimo panorama sobre a cidade que pode ter igual, mas não superior. Ao fundo do terreiro, uma escadaria conduz-nos ao terraço que dá entrada pela direita para a igreja e pela esquerda à Casa do Capítulo, incompleta, maravilhoso trecho manuelino que nunca chegou a ser acabado, devido à morte de D. Manuel e à grandiosidade da obra.
Para a Igreja dos Cavaleiros de Cristo ingressa-se pelo majestoso portal, a obra do famigerado João de Castilho, que não descrevemos, pois obras destas não se descrevem, vêem-se.
A entrada do Templo é uma verdadeira surpresa para o visitante.
Composto de duas partes das mais heterogéneas arquitecturas e ainda, infelizmente, faltando-lhe o riquíssimo cadeiral e um grande número de acessórios de ornamentação manuelina e reinados subsequentes, não é fácil formar rapidamente uma ideia, nem aproximada, do que seria aquele Templo no século XVI.
A parte que fica à direita da entrada foi construída por Gualdim Pais e constitui desde D. Manuel a "Charola". Primitivo santuário dos cavaleiros do Templo é em forma poligonal, tendo ao centro o altar-mor sobre uma cúpula sustentada por 8 feixes de colunas. Todo este corpo. primitivamente da mais simples arquitectura românica, foi no tempo do "Venturoso" estucado, pintado e ornamentado com quadros e obras de talha e estatuaria. (...)


Um rua em Tomar

Em 1919, por ocasião da exposição de pintura de João Vaz, é publicada na revista "Ilustração Portugueza" "uma rua de Tomar" precisamente da autoria de João Vaz.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Excursão automobilista de Lisboa ao Porto

A revista Ilustração Portugueza, decorria o ano de 1917, relatou a viagem feita por muitos automobilistas de Lisboa ao Porto, em que Tomar foi paragem obrigatória.



Cidades de Portugal - Tomar 1920 (I)

A revista Ilustração Portugueza de 1920, na sua rubrica "Cidades de Portugal", destaca a "pitoresca cidade do Nabão", evocada pelo saber e pela prosa do coronel de engenharia e arqueólogo Garcez Teixeira, inspector da 7ª divisão do Exército e fundador do Museu Gualdim Pais.

O "Tomar, a Cidade" irá aqui transcrever na íntegra, em cinco partes (uma por cada página publicada), a reportagem.

"Quer seja porque a risonha cidade de Tomar tenha progenitora a problemática "Nabância" ou a desaparecida "Selia",ou porque ela tenha ido buscar o seu nome ao nosso conhecido tomilho ou porque o tenha recebido do árabe "Tamaramá" ou ainda do brado do glorioso D. Gualdim Pais: "Tomal-o! Tomal-o!", quando corria atrás de um javali, o certo é que aquela cidade é um dos belos cantinhos do nosso país.
Se já houvesse o tão falado e desejado caminho de ferro do Entroncamento-Tomar-Batalha-Alcobaça-Nazaré e se os visitantes não soubessem que há hotéis na cidade se não quando lhes é apresentada a conta da hospedagem, não há dúvida que desde a Primavera até ao Outono aí iriam milhares de portugueses em piedosa peregrinação ao nosso mais português e mais completo monumento arquitectónico. E não é só o Convento de Cristo que há ali para ver. Veja-se a maravilhosa paisagem que desenrola ao longo do pitoresco Nabão, desde o Açude da Fábrica até à Matrena!!
A Fonte Quente, Quinta do Almeida, Padrão, Marianaia, Pinhal de S. Cita e mil outros trechos, são outros tantos assuntos para surpreendentes quadros e, ainda há pouco tempo, um dos nossos primeiros pintores, me mostrava, de sobre a ponte, a vista para jusante, debaixo de misteriosa luz que já não é de dia mas que ainda não é de noite e me dizia -  "Bruger, a morta!!"
Antes porém de visitarmos o notável e patriótico monumento, vejamos rapidamente, o muito que a cidade nos oferece.
Logo à entrada há o Hospital civil, característica construção com a sua ampla igreja, depois o Palácio dos Cubos, "Os Estarros", S. Francisco, o "Padrão" da Várzea Grande e retrocedendo, e indo pela Rua Direita, deparamos com a bela Igreja de S. João Baptista, restaurada em 1510 por D. Manuel, com os seus elegantes portões da entrada principal e lateral e com a sua esbelta torre, talvez a mais bela de Portugal. Dentro o delicado púlpito, rival do de Santa Cruz em Coimbra, e os 8 quadros da Capela-Mor e o "Baptistério" da Sacristia, belas obras dos nossos primitivos pintores ou talvez alguns de pincel flamengo. Pela "Apresentação da Cabeça de S. João", que se vê restaurado pelo mágico pincel de Luciano Freire, se pode fazer a ideia do seu valor e do que viria a ser o tríptico que se acha actualmente sofrendo a necessária beneficiação.
Defronte levantam-se os Paços do Concelho. Admirando as suas janelas de canto, na rua Direita de S. João, passamos a ponte manuelina e paramos diante do portal da Capela de Santa Iria, obra insigne de João de Castilho e, entrando, admiramos o magnífico retábulo, o "Calvário", em pedra de Ançã. Depois seguimos até Santa Maria do Olivais, relíquia sagrada de tempos de fé e de patriotismo. Como sede dos Templários e mais tarde da Ordem de Cristo, foi sobre esta "Baila" de todas as igrejas que a Ordem de Cristo fundou na Europa, África, Ásia e América.
Hoje estaria em lastimável ruína, se não lhe acodem tão depressa os esforços da "União dos Amigos dos Mestres da Ordem de Cristo", fazendo-se obras necessárias à sua conservação. Nela se enterraram os Mestres da Ordem dos Templários e um da de Cristo. Daqueles ainda existem dois epitáfios: um de Gualdim Pais, o imortal fundador de Tomar e o outro de Lourenço Martins. D. Diogo Pinheiro, célebre português do século XVI, também ali está sepultado em jazigo notável de arquitectura.
Seguindo pela estrada fronteira a "Santa Maria" encontram-se, a dois quilómetros, as ruínas romanas que de começo se baptizaram com o nome de "Nabância".
Nesta estrada, a meio caminho de "Nabancia", é que existe a estilizada casa portuguesa do Dr. Vieira Guimarães, que, entre outros motivos artísticos, conta com uma antiga janela em linda arquitectura manuelina. (...) CONTINUA...

sexta-feira, 9 de março de 2012

Corrida de touros de beneficência Tomar - 1917

"Promovida pelos srs. drs. Corrêa, Madureira e Tamagnini, distintos medicos do Hospital da Misericordia de Tomar, realisou-se uma brilhante corrida de dez touros em benefício d`aquela instituição. A todos os lidadores as damas tomarenses ofereceram lindas moñas, algumas confecionadas por elas proprias.
A corrida foi abrilhantada pela banda de infantaria 15 e filarmonicas Nabantina e Gualdim Paes."
In: Ilustração Portugueza" 1917



sexta-feira, 2 de março de 2012

Festa dos Tabuleiros - 1914

A Torre Eifel colocada
pela ocasião da Festa de 1914
Depois de aqui já se ter publicado a referência à Festa dos Tabuleiros de 1897 pela revista "O Occidente", fica agora o destaque de 1914, por outra revista, a "Ilustração Portugueza".

"A festa dos taboleiros em Tomar que se realisou nos dias 28 e 29 de junho, 1 e 2 de julho tem por si a tradição e o cenario pitoresco d`essa linda cidade que o Nabão atravessa com as suas aguas limpidas.
É secular já essa festa em que as creanças passam os taboleiros cheios de pão que vão distribuir á probeza n`aquelas horas a bemdizer a caridade assim compreendida.
Habitantes da cidade e seus arrabaldes vão vêr desfilar essa centenas de meninas conduzindo o pão entre flôres tapado por toalhas alvissimas que parecem cobrir aquele legendario milagre do regaço da Rainha Santa. Tomar, n`esses dias vestiu galas que parecem dar mais brilho ás paredes seculares do seu castelo e do seu convento."
In: Revista "Ilustração Portugueza"


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Marrocos e Três Mestres da Ordem de Cristo

Este é o título do livro de Vieira Guimarães, divulgado na "Ilustração Portugueza" em Dezembro de 1916, que tem como ilustração a capa do mesmo.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

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