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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

GNR em Tomar


A 20 de fevereiro de 2015, o Cine Teatro Paraíso acolhe a conceituada banda portuguesa GNR.


Com mais de trinta anos de carreira, os GNR avançam com um novo conceito e decidem desligar a maior parte das tomadas: o baixo eléctrico cede lugar ao baixo acústico, a guitarra eléctrica passa as cordas ao violino e os teclados rendem-se ao piano. O próprio Rui Reininho será mais acústico, entenda-se, menos eléctrico. Os clássicos que celebrizaram o Grupo Novo Rock vão soar de forma diferente. Nunca a banda do Porto esteve tão próxima do público porque, efectivamente, este é um momento de afectos. Já com o novo single "cadeira Eléctrica" a rodar nas principais rádio nacionais, os GNR apresentam-se nos próximos dias 20 e 21 de Fevereiro em Tomar e Portalegre, respetivamente, para duas noites memoráveis. Os bilhetes estão à venda nos locais e custam entre 13 e 16 Euros.

"Afectivamente" com: Rui Reininho (voz),  Tóli César Machado (piano e guitarra acústica),  Jorge Romão (baixo acústico),  Ianina Khmelik (violino),  Samuel Palitos (bateria/percussões) e Paulo Borges (teclados).

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Militares da GNR salvam vidas

Militares da GNR estão em destaque pela sua proeza e coragem.
Pelo menos dois casos de salvação de afogamento na Barragem/Albufeira do Castelo de Bode num espaço de um ano. 
Em 26 de agosto de 2013, um militar da GNR evitou o afogamento de uma mulher de 44 anos na praia fluvial da Bairradinha, no concelho de Ferreira do Zêzere. O guarda que presta serviço na secção cinotécnica (cães) do Comando de Santarém, encontrava-se em patrulhamento naquela zona quando se apercebeu da situação. Segundo o comando territorial de Santarém, o militar "verificou que a senhora se encontrava em grandes dificuldades, tendo-se submergido três vezes. Após essa constatação, atirou-se à água" e conseguiu retirá-la para terra.

Mais recentemente, em 13 de outubro deste ano, uma mulher com 58 anos foi resgatada com vida por dois militares da GNR de Tomar, após ter caído de uma altura de cerca de 15 metros da Barragem do Castelo do Bode, na margem esquerda (sentido Tomar-Abrantes).

Infelizmente nem todos sobreviveram. Em 21 de agosto de 2003, um morador de Casa Nova, Tomar, morreu por afogamento na barragem de Castelo do Bode, tendo o seu corpo sido recuperado por mergulhadores dos bombeiros locais às 20h15, cerca de quatro horas após ter sido comunicado o seu desaparecimento. 

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Guarda Nacional Republicana em Tomar

 Por decreto de 3 de Maio de 1911, foi criado um Corpo Especial de Tropas, denominado Guarda Nacional Republicana (Tomar G. N., 1990), com missão semelhante à que hoje lhe é definida. Dispondo de meios logísticos apropriados, a força, distribuída por todo o território nacional, era composta por um Grupo de Esquadrões, aquartelando – se 6 batalhões no Continente e 2 companhias de Infantaria nas ilhas adjacentes.
À cidade de Tomar, instalada no Convento de Cristo, foi atribuída uma Secção com 84 militares: 1 subalterno; 4 segundos sargentos; 5 Primeiros-cabos; 5 segundos Cabos; 68 soldados; e um soldado corneteiro.
A secção ficou a pertencer à 3ªCompanhia (Santarém), do Batalhão nº 2, em Lisboa. Por seu turno, a Companhia de Santarém tinha o efectivo de 2 Secções: a de Tomar e a de Santarém. Esta disponha do seguinte efectivo: 1 Capitão; 1 subalterno; 1 Primeiro-sargento; 2 segundos sargentos; 7 primeiros-cabos; 7 segundos cabos; 53 soldados; 1 soldado corneteiro.
As duas Secções mantinham o policiamento dentro das áreas, sem qualquer posto dependente.
O efectivo total da Guarda Nacional Republicana era de 5.001 homens.

A Lei n.º 1.242, de 2 de Março de 1922, autorizou o Governo a reorganizar a Guarda Nacional Republicana. O Executivo – expressamente se determinava – deveria dar conta do uso que fizesse dessa autorização.
Assim, pelo decreto n.º 8.064, da mesma data, a Guarda Nacional Republicana passou a ser constituída por dois batalhões, com seis companhias; e um Regimento de Cavalaria, com cinco Esquadrões.
Para melhor desempenho de funções, foi o País dividido em circunscrições de inspecção policial; as circunscrições em distritos; os distritos em secções eas secções em postos.
Uma companhia era destinada a cada distrito.

A secção de Tomar foi elevada à categoria de companhia, a 4.ª do batalhão n.º3, com sede em Santarém.

O batalhão era comandado pelo Tenente – Coronel de INFANTARIA Jacinto Augusto Xavier de Magalhães Júnior. A companhia, pelo Capitão de Cavalaria José Maria Carrilho de Carvalho. E a secção de Tomar, pelo tenente Miliciano de Infantaria Gustavo Adolfo de Gouveia.
A companhia de Tomar ficou com uma secção na sede, que continuou instalada no Convento de Cristo; e outra em Abrantes, com os seguintes efectivos e postos:

O Tenente Alves de Sousa, substituiu no comando da GNR em Tomar o Capitão Gustavo Adolfo Gouveia. Posteriormente exerceu as funções de Presidente dos serviços Municipalizados de Tomar desde 1960 ate final do ano de 1967. Viria a falecer em Fevereiro de 1968.

No período de 3 de Maio de 1911 a 1957 parte do edifício do Convento de Cristo serviu de aquartelamento da companhia, secção e posto da GNR.
Posteriormente entre 1957 a 1974 passou para o edifício particular (propriedade de Vasco Mendes Godinho).
A partir de 1974 a sua sede está no local actual, perto da Estação da CP de Tomar.
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