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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Ante-Projecto para a Fonte da Longra terá "pernas" para andar?

Em setembro de 2009, o PS no seu blogue "Concelhia do PS de Tomar" apresentava o ante-projecto para a Fonte da Longra. Agora, quase 4 anos depois, irá este projecto avante?

Eis o que consta no blogue na íntegra: "Do actual espaço ocupado pela centenária Fonte da Longra, nascerá um espaço de convívio e lazer para a população, com as mais modernas soluções técnicas, aliadas à necessária preservação de um espaço único e singular, na sua beleza e enquadramento.
Com ante-projecto de José Vitorino, este compromisso para com a Freguesia da Beselga, surgiu há mais de um ano aquando de uma visita ao local e do desafio entretanto feito pelo Presidente Carlos Silva Lopes ao Arq. Vitorino.
Esta Nova Fonte da Longra espelha a visão que o PS, através do seu candidato, têm para um Concelho que respeita o passado e nele intervem, para melhorar as condições de vida e de uso dos aprazíveis espaços existentes.
Trabalhar em Tomar e Viver em Tomar são os motes de quem quer pôr a Beselga e Tomar em boas mãos."




quinta-feira, 22 de março de 2012

A importância dos fontanários

Percorrendo algumas das artérias principais e secundárias do concelho de Tomar, decerto não deixará de reparar nas fontes onde a água cristalina ainda cai dia e noite, como uma sinfonia sem fim.

A importância da água para o Homem é uma evidência que não necessita de demonstração. A sua necessidade verifica-se desde logo no modo como a cidade surge e cresce ao longo da História. A maioria das primeiras cidades terá surgido perto de rios, para que fosse possível o fornecimento de água para beber e para a irrigação dos campos de cultivo e do gado.

A água é de facto um bem vital para a cidade: para além do seu consumo, é utilizada também para a sua defesa, para o seu saneamento, e para diversas manufacturas, tanto pela sua força motriz, como constituinte de distintas produções e fabricos desde os tempos mais remotos. A rede hidrográfica de uma cidade é pois um bem que obriga a uma cuidada gestão [Guillerme, 1983] pelo que, também por esta razão, a água vai moldar o crescimento e evolução da cidade. Assim teremos, naturalmente, desde Vitrúvio [Vitrúvio, 2006], o tema da água cuidadosamente abordado em vários tratados de arquitectura e urbanismo.

A organização do aglomerado vai também, por sua vez, ser condicionada pela própria acessibilidade à água, pelo seu escoamento e distribuição. Os pontos de acesso à água, como as nascentes ou os poços, sendo pontos fundamentais da cidade, geram praças e largos, espaços não edificados que estão entre os de maiores dimensões dentro da cidade, necessários para facilitar o seu acesso e possibilitarem a permanência dos grupos de utilizadores. São espaços e equipamentos cuja importância será confirmada pela monumentalização a que tanto o equipamento em si como toda a praça frequentemente são sujeitos, preservando e garantindo o seu protagonismo da cidade.


É a importância atribuída aos pontos de acesso à água que faz surgir os denominados chafarizes. A sua génese é o abastecimento de água à cidade, disponibilizando-a no seu espaço público, mas a sua componente ornamental é também uma importante função.
Trata-se, com efeito, de equipamentos com presença marcante no seu local de inserção.


Os lavadouros/fontanários públicos são infra-estruturas existentes em muitas das nossas aldeias, construídas pelas câmaras municipais, sobretudo nos anos 50 e 60. Eram infra-estruturas que vieram dar resposta a necessidades básicas das populações, como o acesso ao abastecimento de água bem como a locais adequados à lavagem das roupas.


Numa época em que poucas aldeias tinham rede eléctrica, os poços eram raros e os que existiam eram destinados essencialmente a rega, com extracção de água a ser feita pelos tradicionais engenhos, movidos a força animal ou, mais tarde, por motores a petróleo, caros e nem sempre eficientes, os fontanários tiverem um papel importante no quotidiano das populações locais.
Por conseguinte, para abastecimento de água para as necessidades do dia-a-dia, existiam sobretudo as nascentes naturais e minas, nas encostas dos montes, mas implicavam deslocações para o seu transporte, sendo uma tarefa tão necessária quanto dura e difícil.

Com os fontanários, distribuídos por vários locais de cada aldeia, tornou-se mais fácil e cómodo aceder a este recurso no que foi uma substancial melhoria das condições do povo.
O concelho de Tomar também teve o seu período áureo destes equipamentos, quase sempre incorporando as componentes de fontanário e lavadouro.

Créditos: http://www.freguesiadeguisande.com/ e http://seu2007.saau.iscte.pt/
Imagens: Revista Ilustração Portugueza

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Fonte de S. Domingos

A Fonte de S. Domingos, Olalhas, é outra fonte que se encontra num estado lamentável. A cair de podre, mais dia menos dia deixará de existir caso não exista ninguém interessado em melhorá-la. 
Esta fonte é ladeada de um tanque. Tanque este coberto de terra e silvas como é bem visível através das imagens. Acima da bica, tem ainda um espaço pertencente à imagem de S. Domingos, que segundo populares, estará na Igreja Matriz de Olalhas.
Para chegar até ela, é necessário deixar através de uma descida íngreme e em muito mau estado.
Pela indicação, foi construída em 1900 e restaurada, mais uma vez pelo "Capitão Oliveira" em 1948.








Fonte de Olalhas

Esta fonte está localizada junto à Capela de Olalhas.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Fonte da Torre (II)

Esta fonte, no lugar da Torre, Casais, encontra-se bem preservada e mais uma vez (como muitas outras), teve "as mãos" do antigo presidente de Câmara, Fernando Oliveira.



Fonte da Estação

Esta fonte localiza-se na Estação Ferroviária de Tomar.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

"O Mirante" destaca fontanários públicos

O jornal "O Mirante" destaca na sua edição de 26 janeiro de 2011 uma reportagem relativa aos fontanários públicos.

De realçar a opinião de Pedro Costa, presidente do Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos, bem como de alguns populares e ainda sobre o trabalho aqui desenvolvido sobre as fontes de Tomar.

domingo, 22 de janeiro de 2012

sábado, 21 de janeiro de 2012

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Fonte das Lameiras - Montes

A fonte das Lameiras - Montes, freguesia de Olalhas, está ao desprezo. Uma moradora, à qual agradeço ter sido guia, lamenta o facto de nem a junta nem a autarquia fazer nada por esta ou outras fontes existentes na freguesia. 
Como é visível através das imagens, muita água fica ali depositada, que segundo a moradora "então quando chove é impossível passar aqui". A bica, ou torneira não é visível por estar submersa.





Fonte de Carril (IV)

Esta é mais uma das fontes desactivadas no Carril, Junceira.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Fonte de D. João (III)

A saga continua. Infelizmente há deste tipo de fontes por todo o concelho. Esta no lugar de Fonte de D. João - Junceira.

Fonte de Pai de Aviz (III)

Mais um caso de uma fonte que após o abastecimento de água canalizada, passou a ser desprezada. Esta em também em Pai de Aviz - Serra.

Fonte de Delongo (II)

Esta é uma das fontes existentes em Delongo, Paialvo. Actualmente está desactivada.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Fonte de Vendas do Rijo

Num terreiro abandonado e mal cuidado a fonte encontra-se num recanto. De frontão rectangular pintado a vermelho ferroso, tem ao centro uma placa com a seguinte inscrição “Ano de 1947 / Junta de Freguesia de Olalhas”. Esta data corresponde a uma reforma que lhe acrescentou este mesmo frontão, ao centro do qual um arco de volta perfeito emoldura uma pequena porta de ferro que dá acesso á primitiva captação de água, esta é abobada de arco quebrado ao fundo um nicho entaipado. A água emerge de um fundo rochoso de profundidade não determinável.
Segundo um morador, “aquela ali era uma nascente que nunca se viu o fundo…Aquilo não é de mina, tem mesmo nascente. Nem sei quantos metros de profundidade aquilo tem. Tinha uma bomba grande daquelas de manivela e a gente enchia ali as bilhas. Agora tudo se acaba.”

Para os moradores de Venda do Rijo a questão já não se prende com a localização e propriedade da imagem, mas sim com o desprezo a que estas águas foram votadas. O mesmo morador afirma: “Se pusessem lá uma roldana e uma porta a gente mesmo assim puxava a água e tirava-a… Até era bom para os miúdos saberem da história antigas.”




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