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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Linha Férrea que nunca chegou a sê-la

Através da revista "O Occidente" de 20 de Setembro de 1912, obtemos o conhecimento da realização duma conferência intitulada “A Trilogia Monumental de Alcobaça, Batalha, Tomar e o Caminho de Ferro”, realizada pela Sociedade Propaganda de Portugal, onde Vieira Guimarães era um dos directores. Debateu-se exclusivamente sobre a importância de valorizar os nossos monumentos através do turismo. 
Vieira Guimarães defendia a construção de um caminho de ferro, ligando esta trilogia monumental. O caminho de ferro, iniciando-se no Entroncamento, seguiria para Tomar, pelo formoso vale do Nabão, onde era possível encontrar a cidade coroada com o seu Castelo dos Templários dominando o famoso Convento de Cristo e prologando pelo Aqueduto Filipino. Esta mesma linha, curvando no Agroal, estância balnear de magníficas águas seguiria praticamente depois em linha recta até à Batalha, servindo Ourém e a freguesia de Reguengo. Na Batalha a linha seguiria para um pequeno ramal de Leiria, indo para Alcobaça, servindo Aljubarrota e terminando na Nazaré.
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Todas as publicações referentes à revista "O Occidente" tiveram como fonte a Hemeroteca Digital.

A missão de Portugal e o Monumento de Thomar

Em 20 de Agosto de 1905 era publicado na revista "O Occidente" uma referência ao livro de Vieira Guimarães "A missão de Portugal e o Monumento de Thomar".

In: Revista "O Occidente" nº959

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Morte do Conde de Tomar em 19 de Fevereiro de 1905

A Revista "O Occidente" nº 943 de 10 de Março de 1905 relatava a morte do então actual Conde de Thomar, António Bernardo da Costa Cabral, filho primogénito do falecido marquês do mesmo título.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A Ordem de Cristo - O Livro

O livro "A Ordem de Cristo" de Vieira Guimarães era destacado na revista "o Occidente" nº 825 de 30 de Dezembro de 1901.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Jacome Ratton

Jacome Ratton, um dos mais influentes no desenvolvimento de Tomar, é destacado na revista "O Occidente" nº 645 de 25 de Novembro de 1895.

Uma curiosidade acerca de Jacome: Foi deportado para Angra do Heroísmo em 1810, onde permaneceu algum tempo preso. Depois foi para Inglaterra onde escreveu "Recordações" a fim de levantar de si suspeitas de ser contra a segurança de Estado, calunia esta que os ingleses então aproveitaram para o deportar.

Leia na íntegra um pouco sobre a sua vida, clicando nas imagens para ampliar.



terça-feira, 29 de novembro de 2011

7º Centenário de D. Gualdim Pais

A revista "O Occidente" edição nº 605 de 15 de Outubro de 1895 destaca o 7º Centenário de D. Gualdim Pais, fundador de Tomar.



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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Janela da Casa do Capítulo - 1894

No 1º de Janeiro de 1894, é capa da Revista "O Occidente" a Janela da Casa do Capítulo.

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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Marquez de Thomar - Biografia

A revista "O Occidente" datado de 21 de Setembro de 1889 dá conta da morte de António Bernardo da Costa Cabral, Marquês de Tomar.

Eis uma breve biografia de Costa Cabral, seguido da notícia daquela revista:

António Bernardo da Costa Cabral (Algodres, 9 de Maio de 1803 — Porto, 1 de Setembro de 1889), o 1.º conde e 1.º marquês de Tomar, mais conhecido simplesmente por Costa Cabral, foi um político português que, entre outros cargos e funções, foi deputado, par do Reino, conselheiro de Estado efectivo, ministro da Justiça e Negócios Eclesiásticos, ministro do Reino e por duas vezes presidiu ao Ministério (cargo equivalente ao do actual Primeiro-Ministro). Defensor da Revolução de Setembro de 1836, a sua conduta política evoluiu num sentido mais moderado e, depois de nomeado administrador de Lisboa, foi o principal obreiro da dissolução da Guarda Nacional. Durante o seu primeiro mandato na presidência do ministério, num período que ficaria conhecido pelo Cabralismo, empreendeu um ambicioso plano de reforma do Estado, lançando os fundamentos do moderno Estado português. Considerado um valido da rainha D. Maria II, apesar das suas origens modestas, foi feito conde de Tomar e depois elevado a marquês de Tomar. Foi uma das figuras mais controversas do período de consolidação do regime liberal, admirado pelo seu talento reformador, mas vilipendiado e acusado de corrupção e nepotismo por muitos. Foi obrigado a exilar-se em Madrid na sequência da Revolução da Maria da Fonte, mas voltaria poucos anos depois, demonstrando uma extraordinária capacidade de recuperação e persistência, a ocupar a chefia do governo.
A figura preponderante deste estadista na política portuguesa durante a primeira fase da monarquia constitucional permite afirmar que em torno dela girou toda a política de consolidação institucional do liberalismo que caracterizou o reinado de D. Maria II. Foi, a partir de 1841, grão-mestre da Maçonaria.






quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Açude da Fábrica da Fiação de Thomar - 1887

Destaque para o Açude da Fábrica da Fiação de Thomar na revista "O Occidente" de 1 de Novembro de 1887.
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Sexto Salão de Quadros

Da autoria de Silva Porto, esteve exposto no Sexto Salão de Quadros uma pintura do Rio Nabão -Thomar, como consta na revista "O Occidente" de 21 de Fevereiro de 1887.

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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Quinto Salão de Quadros

a 1 de Fevereiro de 1886, a Revista "O Occidente" publicava a os quadros expostos no Quinto Salão de Quadros.

Da autoria de Martins, encontra-se a Rua da Várzea Pequena em Thomar.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Festa dos Tabuleiros – A tradição ainda é o que era?

Recentemente A Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, tutelada pela Secretaria de Estado da Cultura, que tem por missão a salvaguarda e a divulgação do património cinematográfico divulgou um pequeno filme realizado por Artur Costa de Macedo e produzido pela Companhia Cinematográfica de Portugal sobre a Festa dos Tabuleiros de 1929.
Neste breve documentário constata-se que a tradição tem sofrido algumas alterações ao longo dos últimos anos, embora uma boa parte se mantenha.

Recuando ainda mais alguns anos, ainda no Século XIX, a Revista Ilustrada de Portugal e do Estrangeiro “ O Occidente” na sua edição nº307 de 1 de Julho de 1887, publicou um artigo referente à nossa festa abordando precisamente a tradição da Festa dos Tabuleiros na época.

O artigo começa pelo desconhecimento da origem desta festividade profano-religiosa, afirmando que se trata de facto de muita originalidade, sendo uma das mais populares do país. Diz ainda que a possibilidade da existência vem dos tempos medievais, sendo celebrada anualmente, tornando-se para os tomarenses s sua festa mais simpática e predilecta.

Segundo a tradição dos preliminares da festa não difere muito da actual.
Naquela época, todos os anos após o término da Festa, era nomeada uma comissão para a realização do ano seguinte. Chegado o Domingo de Páscoa, sai esta comissão, com a bandeira do Espírito Santo e três coroas de prata levadas cada uma por um mordomo atrás de uma filarmónica, percorrendo as ruas principais da cidade indo por fim assistir à missa numa das igrejas de Tomar.
O mesmo se pratica nos domingos imediatos até ao dia da festa, onde à tarde vai a comissão de porta em porta acompanhada de música realizar um peditório, que é raro um tomarense não contribuir.

No dia da grande festa, o chamado cortejo principal, a ordem da procissão é a seguinte: À frente a música, sucedendo-lhe logo a bandeira e coroas, em seguida as raparigas com o tabuleiro à cabeça ladeada de seu par e no final, dois carros de forma elegante e conduzido cada um por uma criança vestida de anjo.
O cortejo depois de percorrer as ruas principais da cidade dirige-se á Igreja Matriz, onde o pão é benzido, seguindo depois para uma casa armada em capela onde se guardam os tabuleiros. No dia seguinte é distribuído ao som de música e foguetes pelas pessoas que participaram na Festa, pelos pobres e pelos presos o pão e a carne de sete bois abatidos expressamente para aquele fim.

A comparar pela actual festa constata-se algumas modificações, onde sublinho que a principal está relacionada com uma espécie de “passeio das vaidades” pelas ruas da cidade. Não é geral felizmente, pois ainda se vê muitos tomarenses com amor e orgulho a esta grande festa de Tomar. Outras modificações estão relacionadas com o progresso natural, outras ainda vieram trazer mais cor e brilho à cidade.

Publicado no jornal "Cidade de Tomar" edição nº 3989 de 18 de Novembro de 2011

3 dias em Thomar (III)


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terça-feira, 15 de novembro de 2011

3 dias em Thomar (I)

Na revista "O Ocidente", decorrido o ano de 1885, saiu uma crónica de Gervasio Lobato que relata a sua vinda a Thomar por três dias.


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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Igreja Santa Maria do Olival - 1885

1 de Maio de 1885. Mais uma vez a revista "O Occidente" dava destaque ao concelho de Tomar. Desta vez à Igreja Santa Maria do Olival.

"É um dos templos mais antigos que existe em Portugal e que pertenceu à ordem dos templários, passando para a ordem de Christo em 1319. (...)" assim a revista " O Occidente" na sua edição nº229, iniciava o artigo.

Naquele ano (1885), a igreja de Santa Maria do Olival ainda ficava fora da cidade, "para além do rio Nabão".

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Varzea de Thomar

A 1 de Abril de 1884 a revista "O Occidente", na sua edição nº190, publicava na rubrica "As nossas gravuras" um artigo intitulado "Varzea de Thomar".
Aquela revista escrevia: "A gravura representa a formosa varzea grande de Thomar, uma vasta planície onde desemboca a estrada real de Lisboa para aquella cidade. Tem uns dois kilometros de circumferencia, é completamente atapetada, e toda sombreada por formoso arvoredo. (...)"

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Santa Iria na Ribeira de Santarém

Santa Iria também foi destaque na revista "O Occidente". Foi em Fevereiro de 1881 aquando das cheias em Santarém, onde aborda um resumo acerca do escritor Alexandre Herculano em que dizia "Santarém é um pomo vedado, em que ninguém ousará tocar, acham-se recolhidas com o maior primor e singeleza de dizer tradições relativas a Santa Iria, e ao seu martyrio, quer segundo a crença popular, quer segundo as chronicas monasticas."
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